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Aprender pode ser difícil. Não por falta de vontade. Mas porque, às vezes, o corpo reage antes da gente conseguir começar. No autismo, isso é ainda mais comum. Não é sobre não querer. É sobre o caminho ser mais longo — e às vezes mais estreito — entre o estímulo e a resposta. Mas repertório se constrói. Não com pressão, mas com repetição segura, no tempo possível de cada um. É por isso que, na clínica e na vida, eu olho pra tentativa como uma unidade de medida. Não importa se ainda não saiu perfeito. Importa se foi possível tentar hoje. E se foi… já tem coisa mudando aí. #comportamentoehistória #autismoadulto #neurodivergência #repertóriocomportamental #psicologianeurodivergente #aprendizagemnoautismo #tentardenovo #rigidezcognitiva #intervençãocomportamental #clínicacomvida #rotinaspossíveis #saúdementalnareal #saudemental #terapiaonline #psicologia #autoconhecimento #terapia #autismo #
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Aprender pode ser difícil. Não por falta de vontade. Mas porque, às vezes, o corpo reage antes da gente conseguir começar. No autismo, isso é ainda mais comum. Não é sobre não querer. É sobre o caminho ser mais longo — e às vezes mais estreito — entre o estímulo e a resposta. Mas repertório se constrói. Não com pressão, mas com repetição segura, no tempo possível de cada um. É por isso que, na clínica e na vida, eu olho pra tentativa como uma unidade de medida. Não importa se ainda não saiu perfeito. Importa se foi possível tentar hoje. E se foi… já tem coisa mudando aí. #comportamentoehistória #autismoadulto #neurodivergência #repertóriocomportamental #psicologianeurodivergente #aprendizagemnoautismo #tentardenovo #rigidezcognitiva #intervençãocomportamental #clínicacomvida #rotinaspossíveis #saúdementalnareal #saudemental #terapiaonline #psicologia #autoconhecimento #terapia #autismo #
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Houve um tempo em que eu não achava que podia querer mais. Não porque eu não me achava capaz, mas porque, por muito tempo, aquilo foi tudo o que eu tinha.


Quando precisei de um estágio, ganhar 800 reais por mês não era pouco. Era a diferença entre conseguir pagar as contas ou não. Entre seguir estudando ou ter que parar. Entre sonhar com um futuro ou só tentar sobreviver ao presente. E quando os primeiros repasses dos planos de saúde começaram a cair, eu sabia que era injusto.


Mas, ao mesmo tempo, era o que segurava a minha rotina, o que garantia que eu pudesse continuar. O que, naquele momento, parecia ser o suficiente. Então, como é que eu ia olhar pra isso e dizer “não quero mais”?


Não era sobre capacidade. Era sobre culpa. Sobre sentir que, se um dia aquilo foi o que me sustentou, então deveria continuar sendo. Como se pedir mais fosse cuspir no prato que me alimentou quando eu mais precisei.


Mas o tempo passou. Minha experiência cresceu. Minhas habilidades se refinaram. Meu trabalho se tornou incontestável. E, ainda assim, eu continuava aceitando as mesmas condições de quando comecei.


Eu não tinha percebido que aquela fase tinha cumprido seu papel, mas eu já não pertencia mais a ela. E um dia, quase sem querer, a pergunta veio: “Por que eu aceito tão pouco quando sei que posso mais?”


Foi nesse instante que eu entendi: ser grata pelo que me sustentou não significa que eu preciso me limitar a isso para sempre. E foi aí que a rota mudou.


📌 Às vezes, o mais difícil não é seguir em frente. É perceber que já passou da hora.


Psicóloga Ana Júlia Arantes
CRP 09/19131


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Quem aí já assistiu Divertidamente 2?
Hoje vamos falar um pouco sobre esse filme incrível!


#Divertidamente #insideout #filme #disney
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E aí, ainda tem alguma dúvida sobre a psicoterapia online em AC para adultos autistas?




#terapia #terapiaonline #autismoadulto
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Em um relacionamento, a comunicação é essencial, mas não é a solução para tudo. 


Às vezes, podemos nos encontrar em situações onde, apesar de muitas conversas, nossos sentimentos e necessidades não são respeitados e isso pode ser desgastante e prejudicial, tanto para nós quanto para a relação, pois quando nossas conversas se tornam unilaterais e nossas palavras não são valorizadas, insistir apenas na conversa pode perpetuar o ciclo de desrespeito e frustração.


Nesse momento, é importante entender que definir limites claros não significa falta de comunicação, mas sim uma comunicação eficaz sobre o que é aceitável para você e o que não é. 


Aprender a estabelecer limites é um ato de proteção e preservação da nossa integridade emocional. É dizer ao outro, de maneira firme e respeitosa, até onde ele pode ir. 


Mas aí eu deixo a pergunta para você: você sabe até onde o outro pode ir com você? Você reconhece quais são os seus limites e os seus valores inegociáveis?
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Ana Júlia Arantes 
Psicóloga Comportamental
CRP 09/19131




#psicologia #psicologiaclinica
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Veio aí o tão sonhado diploma! Agora oficialmente Bacharela e Licenciada em Psicologia! 🎓


#graduation #psicologia
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Buriti Alegre • Portugués, Inglés 3+ a

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Sabadou por aqui com um monte de trabalho para fazer 😅


E por aí? Hoje tem trabalho ou descanso?

#study #estudios #estudos

Buriti Alegre • Portugués, Inglés 3+ a

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Quem aqui também não tem dó de marcar o livro enquanto está estudando?


Eu particularmente se não sair destacando tudo e diferenciando por cores logo logo esqueço o que acabei de ler e quando preciso encontrar de novo fico perdida 😅


Por aqui utilizo o seguinte método para destacar o texto: marcador verde para as coisas importantes e marcador rosa para as coisas MUITO importantes. Dessa forma, quando abrir o livro novamente, já sei mais ou menos o que estou procurando e onde está.


Mas me conta aí: qual o seu método de estudo que mais funciona para você?

#estudos #estudios #study #student

Buriti Alegre • Portugués, Inglés 3+ a

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Seguindo na nossa review do livro “Mundo Singular: entenda o autismo” de Silva, Gaiato e Reveles (2012), vamos falar um pouquinho do capítulo 4, intitulado “Meu filho é autista, e agora?”


Essa é uma pergunta muito comum entre os pais de crianças que acabaram de receber o diagnóstico do TEA, pois, como bem colocam os autores, quando se recebe a notícia de que se terá filhos, logo os pais idealizam como esse filho será, o que irá fazer ao longo da sua vida, fazem planos e imaginam a criança dos seus sonhos e como irão criá-las para que atendam suas idealizações. A questão é que, em nenhum momento, os pais costumam cogitar a possibilidade desta criança não corresponder às suas expectativas, ainda mais se a causa for um diagnóstico de autismo, pois esse termo (autismo) por si só já é carregado de preconceitos e mistificações, por isso, quando recebem o diagnóstico de seu filho, costumam não saber nem por onde começar a agir.

Neste sentido, o livro traz uma lista de dicas para que os pais saibam manejar a situação da forma mais didática possível, sendo estas:


1. Informar-se (consumir apenas conteúdo de profissionais, ler bastante e procurar entender como o TEA funciona)

2. Incentivar o filho a se cuidar sozinho

3. Dar tarefas para que ele realize (auxiliar sempre que necessário até que ele consiga fazer sozinho)

4. Treinar a generalização do aprendizado (para além das terapias)

5. Dividir as responsabilidades dentro de casa (nem a mãe e nem o pai devem tomar todas as responsabilidades da casa e/ou da criança. O trabalho conjunto é essencial)

6. Ter tempo para o parceiro

7. Estabelecer ao menos uma refeição ao dia em família (fazer desse um momento de diálogo/interação agradável entre o casal ou entre o pai/mãe e a criança)

8. Conversar com outros pais que tenham filhos autistas

9. Procurar oportunidades para seu filho desenvolver habilidades sociais (a escola regular é uma boa opção)

10. Trabalhar em conjunto com a escola (desenvolvendo um plano de ensino individualizado para a criança)

11. Lembrar os erros do passado (e não se cobra acertar o tempo todo)

12. Criar estratégias

13. Buscar ajuda especializada


E aí, o que vocês acham dessas dicas?

#autism #autismdisorder

Buriti Alegre • Portugués, Inglés 3+ a

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Agora, no nosso último post sobre o livro “Mundo Singular: entenda o autismo” de Silva, Gaiato e Reveles (2012), vamos falar um pouquinho sobre a relação entre o autismo, as emoções e os relacionamentos.


Durante muito tempo, as pessoas autistas foram rotuladas como “sem sentimentos”, o que não é verdade.


Vamos pensar assim: o cérebro humano é formado de várias áreas e cada uma, apesar de ter sua função particular, se comunica com as demais, funcionando como uma unidade, fazendo com que a pessoa expresse comportamentos/emoções. Pois bem, segundo os autores, o cérebro de uma pessoa SEM autismo funciona como uma unidade, ou seja, as várias áreas do cérebro são interligadas e se comunicam bem, caracterizando o que chamamos de desenvolvimento típico. Mas já nas pessoas COM autismo, estas áreas não conseguem se comunicar de forma efetiva, o que faz com que elas tenham dificuldade em expressar seus afetos, podendo fazer isso de maneira alternativa e ou inadequada, o que não significa que ela não esteja sentindo afeto e/ou emoção, mas apenas que não aprendeu ainda a se expressar da forma social e culturalmente típica.


Ou seja, farão isso não por falta de sentimento, mas porque a área do cérebro onde os afetos são vividos não se conecta corretamente com a área onde estes afetos são expressos. Isso faz com que pessoas autistas tenham sentimentos verdadeiros e profundos, mas não consigam expressá-los tão facilmente quanto pessoas com o desenvolvimento típico.


É importante, então, saber e espalhar esse conhecimento, auxiliando na desmistificação de que autistas seriam pessoas de “coração frio” ou sem sentimentos. O afeto existe, independentemente da forma como é expresso.


E aí, vamos juntos propagar essa informação?!

#saludmental #mentalhealth #salud #autism #autismdisorder

Buriti Alegre • Portugués, Inglés 4a
Feriado por aí é sinônimo de descanso ou de desacumular os estudos?
Por aqui tomando um cafézinho reforçado para colocar as leituras da faculdade em dia.
#study #student
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