Tem se tornado cada vez mais recorrente ouvirmos o termo "Burnout" por aí, e apesar de ter surgido no contexto do mundo do trabalho para se referir à sobrecarga laboral, tem aos poucos passado a se referir à outros contextos como por exemplo afetivos e acadêmicos, nas mais diversas áreas do conhecimento, como o artigo citado no post aponta.
Trata-se de um estado composto por 3 dimensões segundo os autores Siqueira e Júnior (2018):
1) Exaustão Emocional, caracterizada pela falta ou carência de energia e um sentimento de esgotamento emocional;
2) Despersonalização, definida como a falta de sensibilidade e a dureza ao responder às pessoas que são receptoras desse serviço;
3) Baixa Realização Profissional, que se refere a uma diminuição dos sentimentos de competência em relação aos ganhos pessoais obtidos no trabalho com pessoas.
Pois bem, a partir dessas definições é possível notar que a cada dia mais e mais casos dessa Síndrome chegam aos consultórios com um aumento significativo em relação a sua gravidade, principalmente após a pandemia, dadas as novas condições de trabalho, carga horária, situação salarial entre tantas outras coisas que podem gerar consequências graves a saúde e vida da pessoa de maneira geral.
Além de tudo isso o Burnout não afeta apenas a pessoa acometida mas também familiares, amigos e colegas da mesma, se refletindo através de conflitos, desgaste das relações, baixa produtividade, entre tantas outras coisas que vão tornando a situação cada vez mais solitária e insuportável.
Por isso é importante buscar apoio profissional logo no início dos sintomas, pois este sofrimento pode ser manejado com o auxílio adequado.
Você não está sozinho!











