E aí cacheadas? Segundou e já está na hora de refazer todo o processo de arrumar os cachos para durar a semana toda 😅
Animadas?
E aí cacheadas? Segundou e já está na hora de refazer todo o processo de arrumar os cachos para durar a semana toda 😅
Animadas?
Seguindo na nossa review do livro “Mundo Singular: entenda o autismo” de Silva, Gaiato e Reveles (2012), vamos falar um pouquinho do capítulo 4, intitulado “Meu filho é autista, e agora?”
Essa é uma pergunta muito comum entre os pais de crianças que acabaram de receber o diagnóstico do TEA, pois, como bem colocam os autores, quando se recebe a notícia de que se terá filhos, logo os pais idealizam como esse filho será, o que irá fazer ao longo da sua vida, fazem planos e imaginam a criança dos seus sonhos e como irão criá-las para que atendam suas idealizações. A questão é que, em nenhum momento, os pais costumam cogitar a possibilidade desta criança não corresponder às suas expectativas, ainda mais se a causa for um diagnóstico de autismo, pois esse termo (autismo) por si só já é carregado de preconceitos e mistificações, por isso, quando recebem o diagnóstico de seu filho, costumam não saber nem por onde começar a agir.
Neste sentido, o livro traz uma lista de dicas para que os pais saibam manejar a situação da forma mais didática possível, sendo estas:
1. Informar-se (consumir apenas conteúdo de profissionais, ler bastante e procurar entender como o TEA funciona)
2. Incentivar o filho a se cuidar sozinho
3. Dar tarefas para que ele realize (auxiliar sempre que necessário até que ele consiga fazer sozinho)
4. Treinar a generalização do aprendizado (para além das terapias)
5. Dividir as responsabilidades dentro de casa (nem a mãe e nem o pai devem tomar todas as responsabilidades da casa e/ou da criança. O trabalho conjunto é essencial)
6. Ter tempo para o parceiro
7. Estabelecer ao menos uma refeição ao dia em família (fazer desse um momento de diálogo/interação agradável entre o casal ou entre o pai/mãe e a criança)
8. Conversar com outros pais que tenham filhos autistas
9. Procurar oportunidades para seu filho desenvolver habilidades sociais (a escola regular é uma boa opção)
10. Trabalhar em conjunto com a escola (desenvolvendo um plano de ensino individualizado para a criança)
11. Lembrar os erros do passado (e não se cobra acertar o tempo todo)
12. Criar estratégias
13. Buscar ajuda especializada
E aí, o que vocês acham dessas dicas?
Uma rotina de cuidados para a pele é fundamental para manter a saúde e beleza da sua cútis. Mas, para uma maior eficácia dos produtos, existe uma ordem correta para aplicá-los.
1 – Limpeza: O primordial é começar higienizando a pele, seja com um sabonete neutro, um sabonete de uso dermatológico, espuma ou gel de limpeza. Assim, você elimina todas as impurezas da pele e desobstrui os poros para que os produtos de beleza possam penetrar com mais eficácia. Para complementar a etapa de limpeza, duas vezes por semana use um esfoliante específico. Se a sua pele for sensível, faça a esfoliação apenas uma vez por semana. Repita esse processo todos os dias ao acordar e antes de dormir.
2 – Tonificação: Para atingir as camadas mais profundas da cútis e equilibrar o pH da pele, use um tônico ou água micelar. Se a sua pele for mista, oleosa ou acneica, o tônico é a melhor opção. Quem tem a pele seca ou sensível, pode apostar na água micelar. Este é mais um passo que você pode fazer pela manhã e à noite. A esfoliação deve ser feita apenas à noite.
3 – Hidratação: Esta fase é indispensável para repor o líquido para todos os tipos de pele. Mais uma vez, é fundamental escolher o produto adequado ao seu tipo de pele para garantir melhor eficácia. Se a sua pele for seca ou sensível, a indicação será para usar cremes mais espessos ou óleos minerais. Já as peles oleosas ou acneicas precisam de produtos mais leves, em sérum, gel ou gel-creme e de rápida absorção (toque seco).Em geral, esta etapa do skin care é feita apenas uma vez ao dia, em geral, à noite.
4 – Tratamento: Agora entramos em uma fase fundamental para a beleza da sua pele: cuidar da sua necessidade específica, indicada pelo seu médico dermatologista, seja com loções, séruns ou cremes e máscaras faciais.A dica é começar aplicando sempre os produtos mais líquidos e terminar com os cremes mais espessos para garantir a boa absorção de todos os ativos.
Pela manhã, invista em tratamentos antioxidantes com vitaminas, ácido ferúlico, resveratrol ou outros indicados para combater os radicais livres de acordo com o seu tipo de pele.Já à noite, aposte em renovação celular, clareamento, anti-rugas, antiacne ou hidratação profunda. Caso o seu tratamento seja feito com algum tipo de ácido, evite passar nos lábios e contornos dos olhos e nariz.
5 – Proteção: O último passo é um dos mais importantes para um skin care adequado. Proteger a pele dos raios UV é fundamental mesmo que você não saia de casa. Mais uma vez, você deve escolher um protetor solar indicado para o seu tipo de pele. A proteção do rosto deve ser feita pela manhã. Porém, quem tem a pele muito clara ou sofre com melasmas e rosácea deve reaplicar o protetor solar a cada três horas.
Pronto! Após esses 5 passos você já está com a sua pele bem cuidada e saudável para aplicar a maquiagem que quiser e arrasar por aí. 😉
Fonte: https://www.eutotal.com/como-fazer-skin-care-rotina/
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Quais estereótipos você reconhece nos filmes que assiste? - Por Beatriz Valente no site: https://www.jornalismo.ufv.br/cinecom/os-estereotipos-em-filmes-de-acao/
Imagine comigo: é domingo e você não quer fazer nada além de descansar. Você procura um filme passa assistir e se decide por algum de ação. Qual? Não sei, algum que tenha aparecido ou que você já tinha na lista de interesses. Mas em menos de quinze minutos você já quer desistir do filme – não só porque você já pode adivinhar metade do enredo dele, mas também porque ele sustenta ideais fechados demais para serem minimamente realistas. Às vezes você nem percebe, mas os filmes de ação de Hollywood são apoiados em inúmeros estereótipos.O homem protagonista geralmente é um herói não tão inesperado. Ele é grande, forte e tem muita habilidade física. Inicialmente são reclusos, sempre com um antecedente que o faz se punir. Ao longo do filme resolve seus problemas explodindo coisas e matando pessoas, sem superar o passado. As mulheres raramente são protagonistas e quando são, elas sexualizadas ou usam a sensualidade como arma – como na franquia de 007, Tomb Rider (2001) e Salt (2010). A Arlequina, de Esquadrão Suicida (2016), também traduz bem esse estereótipo. Ela só saiu dessa visão sexista quando a personagem foi dirigida por uma mulher em Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa (2020), quando também se tornou protagonista e foi rodeada por outras mulheres. Mas assim como em Esquadrão Suicida, vários outros filmes de ação têm mulheres como personagem secundário sem muito importância – as franquias de Tranformers e Velozes e Furiosos estão sempre reciclando essa ideia – ou até mesmo as colocando como um troféu do herói – os inúmeros filmes do Homem-Aranha e, novamente, de Tranformers estão aí para provar isso.Há filmes com estereótipos que beiram à xenofobia escancarada. Velozes e Furiosos: Operação Rio (2011) não apenas acumula os estereótipos citados acima, como também mostra a cidade do Rio de Janeiro longe do seu retrato real – a limitando apenas um refúgio para o tráfico de drogas e corrupção. E quando as produções de Hollywood utilizam o filtro amarelo para representar países de terceiro mundo? O México é um dos países que quase sempre é mostrado dessa maneira. Era Uma Vez no México (2003), Traffic (2000), Sicário: Dia do Soldado (2018) e, mais recentemente, Resgate (2020), produzido pela Netflix. Resgate não apenas mostra Bangladesh com o filtro amarelo, como traz o típico white savior, o conceito do salvador branco que os americanos tanto utilizam em seus filmes. O protagonista – que já no início do filme se mostra afastado da sociedade, sendo engolido por uma culpa ainda não explicada – tem o trabalho de salvar um garoto indiano de um traficante de drogas em Dhaka, Bangladesh.Várias produções que se apoiam na xenofobia propagam o preconceito das culturas retratadas. Quantas vezes não vemos nesses filmes de ação o vilão sendo de um país asiático ou do Oriente Médio? Muçulmanos e árabes sendo generalizados como terroristas é apenas uma das consequências de filmes como Vingança ao Anoitecer (2014) e Nova York Sitiada (1998). Quando Nova York Sitiada foi lançada, o porta-voz da American-Arab Anti-Discrimination Committee (“Comitê Antidiscriminação Árabe-Americano”, em tradução livre), Hussein Ibish disse que o filme “é extremamente ofensivo. É mais que ofensivo. Estamos acostumados a ofensas, que se tornaram rotina, mas este filme é realmente perigoso pois reforça estereótipos que levam a crimes de ódio.”
Team Skala ou Team Salon Line?
Me diz aí, cacheada, qual funciona melhor para você? ➿